Preparo do ambiente
Sequência prática para deixar homologação, acessos e operação prontos para a integração.
Atualizado em 21 de setembro de 2026
1. Identificar o ambiente Tasy
- Registrar edição/interface, versão completa, build, módulos, estabelecimentos e responsável técnico.
- Confirmar implantação local ou em nuvem, fornecedor de suporte e componentes de integração existentes.
- Obter catálogo contratado e matriz de suporte: REST, SOAP, HL7, arquivos e outras opções comprovadas.
- Validar custos e direitos de uso para homologação, produção e manutenção. Não há valores confirmados neste estudo.
2. Separar desenvolvimento, homologação e produção
- Usar instâncias, contas, bases e segredos separados. Proibir que testes apontem para produção por padrão.
- Criar conjunto sintético com profissional de teste, duas unidades, especialidades, planos, preço atual/futuro e inativação.
- Preparar mock local com o contrato autorizado para testar sem disponibilidade do ERP.
- Definir responsável pela limpeza de dados sintéticos e reset do cenário de homologação.
3. Validar conectividade
- Definir quem inicia a conexão: adaptador Mantevida ou backend da integração. Documentar origem, destino e portas em registro privado.
- Conferir DNS, certificado, cadeia de confiança, TLS, proxy, firewall e política de lista de IPs autorizados.
- Se houver exigência de IP fixo ou acesso privado, provisionar gateway/adaptador compatível antes de desenvolver o conector.
- Não publicar o banco Oracle ou a interface administrativa do Tasy na internet para facilitar a integração.
4. Provisionar a identidade técnica
- Solicitar conta exclusiva, inicialmente somente leitura, limitada aos domínios e estabelecimentos do piloto.
- Aplicar o mecanismo de autenticação previsto no contrato: nenhum grant OAuth ou caminho de token é universal.
- Guardar segredos no gerenciador apropriado, com responsável, expiração e procedimento de rotação.
- Separar credenciais Tasy das credenciais de uma futura entrada de integração do Med Hub.
5. Documentar a configuração proposta
# Não contém endpoints reais e não configura o Med Hub atual
INTEGRATION_ENV=homologacao
INTEGRATION_ENABLED=false
INTEGRATION_MODE=read_only
TASY_CONTRACT_VERSION=PREENCHER_APOS_VALIDACAO
TASY_BASE_URL=https://tasy-homologacao.example.invalid
TASY_AUTH_MODE=DEFINIR_PELO_CONTRATO
TASY_CREDENTIAL_SECRET_REF=REFERENCIA_NO_COFRE
MEDHUB_TENANT_ID=EMPRESA_DO_PILOTO
SYNC_DOMAINS=units,professionals,specialties
SYNC_TIMEOUT_MS=10000
SYNC_MAX_ATTEMPTS=3
SYNC_DRY_RUN=trueTimeout e número de tentativas acima são valores iniciais de projeto, sujeitos ao contrato e a testes de carga. Não usar prefixos que tornem segredos públicos no frontend. O identificador de empresa deve vir do vínculo autorizado da credencial; não confiar apenas no campo enviado no lote.
6. Executar a primeira validação técnica
- Validar rede e autenticação com a operação de teste indicada pelo fornecedor. Não adivinhar /health ou /login.
- Executar uma consulta de pequeno volume com dados sintéticos; registrar status, latência e versão, sem gravar segredos.
- Testar paginação, restrição por empresa e credencial sem permissão.
- Rodar transformação em modo de simulação e revisar diferenças antes de liberar gravação na homologação.
- Documentar evidências e responsáveis; liberar o piloto somente após os critérios de homologação.
Critério de ambiente preparado
| Entrega | Responsável sugerido | Evidência de conclusão |
|---|---|---|
| Catálogo e suporte da versão | Philips / fornecedor + TI | Especificação aprovada e operações identificadas. |
| Rede e certificados | Infraestrutura Mantevida | Troca sintética autenticada e teste de falha. |
| Conta e escopo | TI / Segurança | Acessos mínimos e rotação documentada. |
| Modelo de dados | Negócio + Korax | Correspondências e conflitos revisados. |
| Jobs e monitoração | Korax + TI | Retomada, alerta e rejeição demonstrados. |
| Liberação do piloto | Gestor responsável | Critérios de aceite e reversão registrados. |